A disciplina Educação e Contemporaneidade me fez refletir sobre as recentes reformulações dos cursos de formação de professores e a crescente valorização da carreira do magistério, em vários países do primeiro mundo, expressam a preocupação de que o sistema de ensino corresponda às exigências da sociedade do conhecimento e de que o professor seja o agente privilegiado das mudanças desse sistema e que ele esteja mais preparado para isso. Como conseqüência, já se constata, nesses países, que o nível de formação docente tem se elevado, bem como que os cursos de especialização tem tido maior reconhecimento social. As políticas adotadas consideram que a qualificação para o ensino está relacionada com a formação inicial de professores e com a existência de uma carreira profissional estimulante, proporcionada pela garantia de mecanismos de formação contínua e de salários dignos.
“No tocante à qualificação profissional, essas políticas partem da concepção de que o professor não é um técnico reprodutor de conhecimento acumulado pela humanidade. É o profissional que domina o conhecimento específico de sua área e o conhecimento pedagógico em uma perspectiva de totalidade. Isso lhe permite perceber as relações existentes entre as atividades educacionais e a globalidade das relações sociais, políticas e culturais em que o processo educacional ocorre e atuar como agente de transformação da realidade” (ANFOPE, 1989, p.13).
A construção de uma prática reflexiva requer ao educando a investigação contínua de seu fazer no cotidiano, atenção não só ao observável, ao falado e ao escrito, mas também ao não-realizado, ao não-falado e ao não-escrito, que podem indicar limites no processo de aprendizagem do estudante, na comunicação em sala de aula, nas situações de ensino e de avaliação e na relação pedagógica, cuja competência pode e deve ser construída já na formação docente. Essa prática reflexiva pressupõe a curiosidade constante do professor para com os alunos, um pensamento ágil e apurado e a sistemática de reflexão permanente sobre o processo ensino-aprendizagem, numa perspectiva de ação-reflexão-ação.
Com base nessa concepção de formação e construção de conhecimento e apoiados em autores que vêm trazendo importantes contribuições acerca da formação e avaliação (Saul, 1994; Hoffmann, 1994, 1995; Luckesi, 1995; André e Lüdke, 1994; Darsie, 1995; Perrenoud, 1999) entre outros, é que a considero como ação crítico-reflexivo, envolvendo ao mesmo tempo questões de ordem técnica, política e epistemológica. A avaliação assume o compromisso com o sucesso da aprendizagem a partir de um processo permanente de reflexão sobre a qualidade do ensino, e se inscreve numa concepção de conhecimento situado cultural, histórica e politicamente, os quais carregam os traços, os valores, os significados atribuídos pelos sujeitos.
Essa perspectiva de avaliação tem um caráter crítico-reflexivo e define seus contornos no contexto de uma aprendizagem como processo significativo de apropriação crítica de conhecimentos sob os pontos de vista intelectual, cultural e político. Do ponto de vista intelectual, a avaliação se constitui enquanto processo reflexivo, através do qual as situações de aprendizagem são continuamente analisadas com base nas reflexões do professor sobre as condições de aprendizagem dos seus alunos, a fim de intervir com questionamentos desafiadores, conflitos, situações-problema. A interlocução entre professor e o aluno que supera a necessidade de controle, e exerce a função de acompanhamento sistemático e crítico do processo de aprendizagem, tanto busca superar as dificuldades e ampliar as competências intelectuais do aluno, quanto melhorar a qualidade da prática docente.
No que se refere à sua dimensão cultural, ao buscar constituir-se enquanto instrumento de aprendizagens relevantes de vários significados e múltiplas interseções de conhecimentos, a avaliação considera a diversidade cultural. Portanto, pressupõe a pluralidade de formas (e) de conhecimentos, como inerente ao processo ensino-aprendizagem, refletindo e intervindo sobre o processo de aprendizagem dos alunos diferenciadamente (PERRENOUD, 1999), de acordo com as dificuldades e necessidades individuais.
Já em seu aspecto político, a avaliação reflexiva no contexto de uma aprendizagem como processo significativo de apropriação crítica de conhecimentos, diversamente cultural, não seletiva, mas formativa, está intrinsecamente comprometida com o acesso de todos ao conhecimento socialmente produzido, contribuindo com a democratização do conhecimento.
Dada a importância – política, cultural e intelectual – da avaliação crítico-reflexiva, efetivamente comprometida com o processo de construção do conhecimento, essa prática assume um papel fundamental no fazer pedagógico. Baseada na analise que fiz sobre avaliação na construção de conhecimento posso dizer que o meu aprendizado na disciplina foi muito bom.
REFERÊNCIAS
HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. 5. ed. Porto Alegre, RS: Educação e Realidade, 1994.
HOFFMAN, Jussara – Avaliação na Pré-escola –Editora Mediação.
Concepções de linguagem e escrita ... Avaliação Mediadora - Hoffmam, Jussara, - Editora Mediação; 1985
PERRENOUD, Fhilippe. Avaliação: da excelência à regulaçãodas aprendizagens – entre duas lógicas. Porto Alegre : Artes Médicas Sul, 1999.
PERRENOUD, Fhilippe. Dez novas competências para ensinar.Trad. Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre : Artes Médicas, 2000.
Aqui você poderá encontrar artigos, poesias, fotos, videos (...) sobre a mulher guerreira. Principalmente sobre a mulher negra, guerreira, lutadora e vencedora. Toda mulher só é mulher, por que é guerreira desde o nascimento. Tem que ter competência prá ser mulher. Conseguimos ser profissional, mãe, dona-de-casa, amiga, esposa, namorada, lindas, maravilhosas e poderosas. E tudo de salto alto ainda.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Associação de Moradores do Conjunto Santa Luzia
A nossa pesquisa de campo aconteceu na Associação de Moradores do Conjunto Santa Luzia, situada no bairro do Uruguai na Península de Itapagipe. Essa Organização foi Implementada em julho de 1989, com a missão de lutar para formar cidadãos aptos para combater as desigualdades e buscar soluções dos problemas e desafios da sociedade e cada vez mais criar mecanismos de luta em defesa de uma qualidade de vida para os seus moradores na formação ética, social e humana. Ela tem como principio básico a valorização das pessoas e respeito ás deferências. É uma organização civil, não empresarial, sem fins lucrativos com foro e Jurisdição no território do município de Salvador. Suas áreas de intervenção, atualmente, são:
• Saúde: Atenção primária à saúde infanto-juvenil. Controle nutricional.
• Educação: Viabilização do acesso das crianças ao Ensino Fundamental e a Educação Infantil. Aula de reforço escolar. Alfabetização de jovens e adultos. Capacitação de ed Educação e Saúde da Mulher: Funciona no Posto de Saúde, trabalhando com mulheres do Uruguai e adjacências temas como :aleitamento materno, gravidez precoce, DST (incluindo a AIDS).
• Grupo de Crianças e Adolescentes: Formado , inicialmente, por representantes dos grupos participantes do III Encontro Nacional de Meninos e Meninas de Rua.
• Informática e Cidadania Palmares: Implementada para promover a inclusão digital, capacita pessoas e cria condições para formação direcionada e participativa que funciona como suporte às exigências do mundo do trabalho que tem, atualmente, solicitado o conhecimento em informática.
• Desenvolvimento Comunitário: Mobilização, organização e formação de lideranças locais para o enfrentamento de problemas sociais de forma organizada e estratégica.
• Desenvolvimento Econômico: Implantação de bancos comunitários. Formação para trabalhadores e trabalhadoras. Ações e grupos produtivos de economia solidária.
• Desenvolvimento de Lideranças: Adolescentes e jovens protagonistas e adultos ajudando na construção de uma cultura de paz;
• Desenvolvimento Espiritual: Proporcionar as famílias motivação para vivenciar valores que fortalecem a fé e a paz na comunidade;
• Serviço ao Cliente - Acompanha de forma sistemática o público atendido, seus familiares e o monitoramento de suas participações nas atividades da organização, e da comunidade;
• Gestão de Projetos: Setor especifica para elaborar propostas e captar recursos.
Direitos Humanos: Participação e integração de grupos em fóruns municipais, estaduais e nacionais. Intervenção prepositiva em políticas públicas, através dos conselhos de direitos.
Atualmente a Associação está desenvolvendo um projeto, o Novas Tendência Estéticas Afro-brasileira que tem como objetivo criar e manter um espaço comunitário e lúdico de pesquisa, produção e serviços em estética afro-brasileira reorientando os “olhares” sobre a identidade e que seja pólo de resistência desta identidade, ao tempo que promove trabalho e renda para a juventude local. Como foi o que mais chamou atenção na visita e por está na área de atuação do curso falarei um pouco sobre ele.
O Projeto Nova Tendências Estéticas Afro-brasileira, realizado pela Associação com o apoio do Criança Esperança, confirmando-se como o quilombo, a aldeia onde a juventude de Itapagipe continua a resistir contra a ocidentalização e seus estereótipos, equívocos e preconceitos, é o local onde a manutenção das tradições, da ancestralidade e o enfrentamento ao racismo, à negação da cor e da beleza de ser negro, negra, indígena, cabocla/a. A proposta é fundamentada em áreas como cultura, inclusão social, principalmente o acesso aos bens culturais, às novas tecnologias e ao mundo do trabalho. O Nova Tendências como pólo catalisador dos anseios, sonhos e desejos dos meninos e meninas em condição de vulnerabilidade social e expostas à discriminação racial trazendo para o dialogo sobre a ética, sobre os valores estéticos, sobre a origem, sobre a raça, etnia e gênero, é um fato. Precisa, agora, unir os saberes internalizados com a prática, com bandeiras de luta, com a geração de trabalho e renda.
O exercício da cidadania, a reflexão continua sobre a cultura afro-brasileira e sobre a questão sócia racial, faz articulação dos resultados das oficinas lúdicas e o discutido na área de desenvolvimento pessoal e social, culmina com uma tendência própria onde a estética equivale a valores, a “olhares” críticos, a comportamentos e não a um simples visual. É, sobretudo, a tomada de consciência de si, da identidade, da história e da realidade, faz com que os adolescentes e jovens além de terem apreendido novas técnicas, estão com mais consciência do que é ser negro, negra, cabocla/o, indígena representantes de um povo, de uma cultura, de uma identidade.
A necessidade de empoderamento intelectual e especifico da adolescência e da juventude local para o desafio de conhecer, assimilar, planejar e lutar por políticas públicas reparatórias e de promoção da igualdade racial, da equidade de gênero, de formas de proteção dos direitos do individuo brasileiro, baiano, nordestino e itapagipano logo, o re-encontro do menino e da menina com suas origens, possibilitam a releitura do que é apresentado e o fazem como referencia a raça e a luta que já perdura por mais de 300 anos.
• Saúde: Atenção primária à saúde infanto-juvenil. Controle nutricional.
• Educação: Viabilização do acesso das crianças ao Ensino Fundamental e a Educação Infantil. Aula de reforço escolar. Alfabetização de jovens e adultos. Capacitação de ed Educação e Saúde da Mulher: Funciona no Posto de Saúde, trabalhando com mulheres do Uruguai e adjacências temas como :aleitamento materno, gravidez precoce, DST (incluindo a AIDS).
• Grupo de Crianças e Adolescentes: Formado , inicialmente, por representantes dos grupos participantes do III Encontro Nacional de Meninos e Meninas de Rua.
• Informática e Cidadania Palmares: Implementada para promover a inclusão digital, capacita pessoas e cria condições para formação direcionada e participativa que funciona como suporte às exigências do mundo do trabalho que tem, atualmente, solicitado o conhecimento em informática.
• Desenvolvimento Comunitário: Mobilização, organização e formação de lideranças locais para o enfrentamento de problemas sociais de forma organizada e estratégica.
• Desenvolvimento Econômico: Implantação de bancos comunitários. Formação para trabalhadores e trabalhadoras. Ações e grupos produtivos de economia solidária.
• Desenvolvimento de Lideranças: Adolescentes e jovens protagonistas e adultos ajudando na construção de uma cultura de paz;
• Desenvolvimento Espiritual: Proporcionar as famílias motivação para vivenciar valores que fortalecem a fé e a paz na comunidade;
• Serviço ao Cliente - Acompanha de forma sistemática o público atendido, seus familiares e o monitoramento de suas participações nas atividades da organização, e da comunidade;
• Gestão de Projetos: Setor especifica para elaborar propostas e captar recursos.
Direitos Humanos: Participação e integração de grupos em fóruns municipais, estaduais e nacionais. Intervenção prepositiva em políticas públicas, através dos conselhos de direitos.
Atualmente a Associação está desenvolvendo um projeto, o Novas Tendência Estéticas Afro-brasileira que tem como objetivo criar e manter um espaço comunitário e lúdico de pesquisa, produção e serviços em estética afro-brasileira reorientando os “olhares” sobre a identidade e que seja pólo de resistência desta identidade, ao tempo que promove trabalho e renda para a juventude local. Como foi o que mais chamou atenção na visita e por está na área de atuação do curso falarei um pouco sobre ele.
O Projeto Nova Tendências Estéticas Afro-brasileira, realizado pela Associação com o apoio do Criança Esperança, confirmando-se como o quilombo, a aldeia onde a juventude de Itapagipe continua a resistir contra a ocidentalização e seus estereótipos, equívocos e preconceitos, é o local onde a manutenção das tradições, da ancestralidade e o enfrentamento ao racismo, à negação da cor e da beleza de ser negro, negra, indígena, cabocla/a. A proposta é fundamentada em áreas como cultura, inclusão social, principalmente o acesso aos bens culturais, às novas tecnologias e ao mundo do trabalho. O Nova Tendências como pólo catalisador dos anseios, sonhos e desejos dos meninos e meninas em condição de vulnerabilidade social e expostas à discriminação racial trazendo para o dialogo sobre a ética, sobre os valores estéticos, sobre a origem, sobre a raça, etnia e gênero, é um fato. Precisa, agora, unir os saberes internalizados com a prática, com bandeiras de luta, com a geração de trabalho e renda.
O exercício da cidadania, a reflexão continua sobre a cultura afro-brasileira e sobre a questão sócia racial, faz articulação dos resultados das oficinas lúdicas e o discutido na área de desenvolvimento pessoal e social, culmina com uma tendência própria onde a estética equivale a valores, a “olhares” críticos, a comportamentos e não a um simples visual. É, sobretudo, a tomada de consciência de si, da identidade, da história e da realidade, faz com que os adolescentes e jovens além de terem apreendido novas técnicas, estão com mais consciência do que é ser negro, negra, cabocla/o, indígena representantes de um povo, de uma cultura, de uma identidade.
A necessidade de empoderamento intelectual e especifico da adolescência e da juventude local para o desafio de conhecer, assimilar, planejar e lutar por políticas públicas reparatórias e de promoção da igualdade racial, da equidade de gênero, de formas de proteção dos direitos do individuo brasileiro, baiano, nordestino e itapagipano logo, o re-encontro do menino e da menina com suas origens, possibilitam a releitura do que é apresentado e o fazem como referencia a raça e a luta que já perdura por mais de 300 anos.
O processo de Aquisição do conhecimento
Mariselma Bonfim
Ao passar a atividade sobre a construção do conhecimento a professora josely Muniz me fez refletir sobre a minha profissão, como foi à busca para me tornar no que sou hoje, como nos formamos seres humanos e nos constituímos como educadores. Como foi difícil definir um caminho certo a seguir, resolvi primeiramente fazer uma análise do meu entendimento sobre processo de construção do conhecimento.
Na formação da construção do conhecimento, a ação existe sempre em todas as especificidades. O que muda é sua qualidade, sua organização, e seu funcionamento. O sujeito percebe, organiza, concebe, conceitua, discrimina, em seguida de modo simbólico, pré-conceitual, pré-operatório, operatório. Assim, durante o estágio sensório-motor o sujeito concebe o objeto por imitação e depois pela a reprodução diferida. Durante o estágio simbólico, a concepção se faz pelos jogos simbólicos. Se há dificuldades de aprendizagem, porém, deve-se precisar em que nível de ação, de interação até mesmo, elas se estabelecem. Por que há momentos na vida que são de aprender, e outros de desaprender para re-aprender. Com certeza, este é um momento de olhar para as características do individuo no momento da construção do conhecimento, possibilitando-lhe vivências adequadas à sua realidade e ao seu desempenho no processo de aprendizagem. Todas as diferentes dimensões do ser se articulam em uma totalidade que possibilita a construção do conhecimento e, por seu caráter estruturante e totalizador, a construção do próprio sujeito cognoscente. Construir conhecimentos é uma arte que requer cuidado, pois necessita de uma analise profunda do entendimento do homem. Entende-se conhecimento como aquele gerado por um sujeito que tenha uma consciência cognitiva, ou seja o sujeito cognoscente. O conhecimento é concebido por seu conteúdo e pelo encanto de suas possibilidades quando em contato com a aprendizagem humana.
A educação escolar tem sido discutida muito em muitas áreas do conhecimento. Nesta analise educacional sobre a construção do conhecimento histórico farei algumas considerações diante desse amplo tema. Este século nos coloca mais do que nunca, a necessidade de que a educação trabalhe a formação ética e plural dos alunos. Estamos diante de uma reflexão educacional na qual almejamos encontrar melhores condições para o profissional e para quem busca na escola uma educação, compromissada com a sociedade em que atua. É na luta reivindicatória dos movimentos sociais e populares pela democratização da cultura, e por suas possibilidades de acesso aos diferentes espaços de poder e de decisão, tanto na sociedade como no Estado. Esta Analise implica considerar os processos e mecanismos pelos qual o novo processo (As novas tecnologias), em qual no final dos anos 1985 e 2000, se converte em um contexto cultural, social e histórico concreto para a educação. À escola e ao professor não cabe mais a função de transmissão de conhecimento, segundo Freire o individuo se apropria do conhecimento e passa a ser o sujeito da historia já que essa apropriação de dá-se a partir do universo do homem. Caberia, sim, a escola e ao professor a função de possibilitar o conhecimento usando as múltiplas e variadas modalidades de informação já disponíveis, as novas tecnologias, recomendadas tanto para o educador quanto para o educando.
Minha construção do conhecimento nesse processo de ensino-aprendizagem deu-se no antigo ensino do primeiro, segundo e terceiro grau em uma escola estadual. Hoje percebo nessa analise o quanto fomos treinados e cobrados sob formação conteúdista. A formação humana muitas vezes é construída fora da escola, em casa, ou seja, com a família e o meio social.
Lembro-me que aprendi minhas primeiras letras com minha irmã em casa, Que estava seguindo os passos de pesquisadores renomados, tais como, Emilia Ferreiro, Magda Soares, Ana Teberosky, e do próprio Paulo Freire que refletira a respeito da importância da cultura e escrita do sujeito porque para ele Alfabetizar vai além do restrito espaço da sala de aula, vai no reconhecer que o povo tem um saber, ainda que parcial e fragmentado. Ele continua em Pedagogia do Oprimido escrito em 1968 quando esteve em Santiago do Chile, que o saber das classes populares esta incluído no “Universo temático” em que os seres humanos vivem em cada época. Se essa época fosse hoje diária que o tema seria o da libertação.
Nas escolas em que fui matriculada estudei mais deveres do que direitos para saber viver em uma sociedade capitalista competitiva e exploradora, sem esquecer de toda discriminação que passei em ser primeiramente negra e segundo mulher e um país cheio de preconceitos.
Nas classes em que estudei a nossa percepção ( minha e dos colegas) estava voltada a estudar para passar e se possível tornar-se um bom profissional em uma determinada área. Sendo que a integração dos alunos na sala e para com a comunidade em que pertencíamos não foi trabalhada, os professores esqueceram disso ou talvez nem soubessem o que era isso. Penso que seria importante na comunidade escolar à inserção de todos os indivíduos que compõem a organização do mesmo. Na forma de compromisso de ambas as partes, instituição e sociedade, em promover a verdadeira educação democrática rumo ao desenvolvimento mais social do que o econômico. Precisamos rever o papel da escola através da educação que ela esta destinada a proporcionar á seus educandos. Seu papel deve ser relacionado à que tipos de cidadão querem e precisam na sociedade. Um cidadão solidário ou individualista incapaz de ajudar seus irmãos.
Meu Sonho como estudante de uma escola publica era que não houvesse uma sociedade com divisões de classes, onde todos pudessem participar da construção da educação, então seguindo os idéias de Mark entre para um movimento estudantil e um partido político, onde poderia como dizia o próprio Mark participar do processo de “libertação” com as revoluções sociais daquela época, ou seguindo o pensamento de Freire (1974,p.111) requerer “a superação das “situações-limites” em que o homem se encontra”. Nessa participação percebi que estava buscando o lado errado da construção educação. Por isso quis ser uma educadora, como também para que com meus alunos enxergar neles exemplos positivos na construção do conhecimento, que percebessem suas potencialidades, suas virtudes e seus valores e que se percebessem como co-autores dessa construção. E foi na criança que coloquei toda minha esperança, pois, ela sim é nosso futuro, É foi pensando nessa criança que procurei diversos pensadores que a conhecia melhor do que eu. Entrem os muitos que estudei citarei (LIMA, 1996, p.63), que afirma “A criança, ao longo do seu desenvolvimento, vem fazendo várias leituras do mundo ” Aqui ele trata-se de uma leitura num sentido amplo onde desde cedo ela necessita vivenciar, experimentar, para compreender as situações reais. Trarei também Soares que diz que a criança sentirá a necessidade de decifrar o mundo através da leitura. Para que isso seja realmente possível devem-se criar oportunidades para que a criança manifeste sua necessidade de compreender e expressar suas idéias através do pensamento e da ampliação do vocabulário, e por fim trago novamente Freire que em sua tendência libertadora diz que o educando deixa de ser objeto deposito de informações e passa a analisar suas realidades, seus conhecimento e discuti com seus pares a possibilidades de mudanças.
Desejo que no futuro bem próximo a educação tenha a qualidade que não é vista hoje e que seja universalizada, onde todos tenham acesso, independente de raça, idade, gênero, etnia ou nível social e também que essa criança na qual acredito hoje tenha a oportunidade de mostrar suas potencialidades quanto participante dela.
Retornando ao meu processo de construção Depois de muito estudar e tentar compreender a criança, resolvi trabalhar diretamente com ela e com 15 anos de idade eu me tornei educadora de uma turma de educação infantil e lá presenciei toda sua etapa de construção do conhecimento que segundo afirma Soares (2003), foram no contexto das grandes transformações culturais, sociais, políticas, econômicas e tecnológicas que a criança aprende ampliando o sentido do “letramento”. E junto com essa turma fui também construindo meu saber educacional que futuramente me daria o direito de ser chamada de alfabetizadora, pois como na Alfabetização a criança adquire o domínio de um código e das habilidades de uma língua com o fim de utilizá-lo para ler e escrever, ou seja, o domínio da tecnologia – do conjunto de técnicas – para exercer a arte e ciência da escrita, eu estava adquirindo meu domínio como educadora popular.
Infelizmente aqui no Brasil como em outras partes do mundo os saberes só são reconhecido quando se passa pela academia então resolvi alcançar mais essa meta., bem que para isso tive que passar por uma educação mais mormalista e para isso escolhi uma escola publica que mesmo com todos os problemas educacionais que foi citado no inicio desta analise ainda conseguia ser a melhor escola que formava professor aqui na Bahia mesmo com seu mais tradicionalismo , o Instituto de educação Isaias Alves- ICEIA. Lá conheci outros renomados pesquisadores, tais como Piaget, Sonia Krammer, Cipriano Luckesi, Jussara Hoffman, Tfouni, dentre outros, que contribuíram para a construção do meu conhecimento. Com eles pude refletir a respeito da importância do que é educar, saber, conhecer e aprender, e digo que aprendi muito com meus alunos. Mas tarde apois 4 anos de muita experiência e aprendizagem a Pedagogia surgiu na minha vida, não como uma paixão, mas sim como um meio de conseguir alcançar meus objetivos, pois meu grande sonho era me graduar em história, conhecer mais o por quê de tantas coisa aconterem na área educacional do mundo . Depois de anos tentado passar na universidade em história, resolvo tentar pedagogia e passo entre as 10 primeiras. Estudar Pedagogia no inicio foi difícil, pois teve que argumentar com professores que os pensamentos diferenciavam dos meus, que muitas vezes me fizeram desvia das minhas convicções, mas essas foram as primeiras dificuldades à serem superadas dentro da academia as outras foram, conflitos entre o meu pensar e dos pensadores que eu estava estudando a falta de sensibilidade de alguns professores e colegas, a não socialização entre academia e comunidade. Penso que na vida a gente aprende a cada momento, sendo assim o meu caminho só está começando e a construção do meu conhecimento também, tenho ainda bastante caminho a seguir, e muitos desafios que me levaram a seguir sempre em frente.
REFERÊNCIAS
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação / Maria Lúcia de Arruda Aranha. 2. ed. rev. e ampl.- São Paulo. Moderna, 1996.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido, 6 ed.Rio de Janeiro, Paz e Terra 1974.106,110,111p
FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. Tradução de Horácio Gonzáles, 24ª. Ed., São Paulo, Cortez, 2001, 104p.
FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese a Língua Escrita. Tradução por Diana Myriam Lichtenstein, Liana Di Marco e Mário Corso. Título original: Los Sistemas de Escritura em el Desarrollo del Niño. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985b. 284 p.
HOFFMAN, Jussara – Avaliação na Pré-escola –Editora Mediação.
Concepções de linguagem e escrita ... Avaliação Mediadora - Hoffmam, Jussara, - Editora Mediação; 1985
KRAMER, Sonia. Alfabetização Leitura e Escrita: Formação de professores em curso. São Paulo: Ática, 2001.
KRAMER, Sonia (coord.). Com a pré-escola nas mãos. Uma alternativa curricular para a educação infantil. São Paulo: Ática, 1991.
KRAMER, Sonia. “Questões raciais em educação. Entre lembranças e reflexões”, In: Cadernos de Pesquisa. SP: Fundação Carlos Chagas, n º93, maio/95.
KLEIMAN, Ângela B. Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 1995.
LIMA, Adriana Flávia S. O. Pré-escola e alfabetização, uma proposta baseada em P. Freire e J. Piaget. 9ª ed. Petrópolis: Vozes, 1996.
LIMA, E. S. Quando a criança não aprende a ler e a escrever. São Paulo: Sobradinho 107, 2002.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 1995.
LUCKESI, Cipriano Carlos e PASSOS, Elizete Silva. Introdução à filosofia: aprendendo a pensar. 5ª. Ed., São Paulo, Cortez, 2004, 271p.
______________. O Passado e o Presente dos Professores. In: NÓVOA, A. (org.). Profissão Professor. 2. ed. Porto: Porto Editora, 1995.
______________ . In: CANÁRIO, Rui. Educação de Adultos: um campo e uma problemática Prefácio. Lisboa: EDUCA, 1999, p.3-8. (EDUCA - Formação,
PIAGET, Jean. A equilibração das estruturas cognitivas: problema central ao desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar,1976.
Ao passar a atividade sobre a construção do conhecimento a professora josely Muniz me fez refletir sobre a minha profissão, como foi à busca para me tornar no que sou hoje, como nos formamos seres humanos e nos constituímos como educadores. Como foi difícil definir um caminho certo a seguir, resolvi primeiramente fazer uma análise do meu entendimento sobre processo de construção do conhecimento.
Na formação da construção do conhecimento, a ação existe sempre em todas as especificidades. O que muda é sua qualidade, sua organização, e seu funcionamento. O sujeito percebe, organiza, concebe, conceitua, discrimina, em seguida de modo simbólico, pré-conceitual, pré-operatório, operatório. Assim, durante o estágio sensório-motor o sujeito concebe o objeto por imitação e depois pela a reprodução diferida. Durante o estágio simbólico, a concepção se faz pelos jogos simbólicos. Se há dificuldades de aprendizagem, porém, deve-se precisar em que nível de ação, de interação até mesmo, elas se estabelecem. Por que há momentos na vida que são de aprender, e outros de desaprender para re-aprender. Com certeza, este é um momento de olhar para as características do individuo no momento da construção do conhecimento, possibilitando-lhe vivências adequadas à sua realidade e ao seu desempenho no processo de aprendizagem. Todas as diferentes dimensões do ser se articulam em uma totalidade que possibilita a construção do conhecimento e, por seu caráter estruturante e totalizador, a construção do próprio sujeito cognoscente. Construir conhecimentos é uma arte que requer cuidado, pois necessita de uma analise profunda do entendimento do homem. Entende-se conhecimento como aquele gerado por um sujeito que tenha uma consciência cognitiva, ou seja o sujeito cognoscente. O conhecimento é concebido por seu conteúdo e pelo encanto de suas possibilidades quando em contato com a aprendizagem humana.
A educação escolar tem sido discutida muito em muitas áreas do conhecimento. Nesta analise educacional sobre a construção do conhecimento histórico farei algumas considerações diante desse amplo tema. Este século nos coloca mais do que nunca, a necessidade de que a educação trabalhe a formação ética e plural dos alunos. Estamos diante de uma reflexão educacional na qual almejamos encontrar melhores condições para o profissional e para quem busca na escola uma educação, compromissada com a sociedade em que atua. É na luta reivindicatória dos movimentos sociais e populares pela democratização da cultura, e por suas possibilidades de acesso aos diferentes espaços de poder e de decisão, tanto na sociedade como no Estado. Esta Analise implica considerar os processos e mecanismos pelos qual o novo processo (As novas tecnologias), em qual no final dos anos 1985 e 2000, se converte em um contexto cultural, social e histórico concreto para a educação. À escola e ao professor não cabe mais a função de transmissão de conhecimento, segundo Freire o individuo se apropria do conhecimento e passa a ser o sujeito da historia já que essa apropriação de dá-se a partir do universo do homem. Caberia, sim, a escola e ao professor a função de possibilitar o conhecimento usando as múltiplas e variadas modalidades de informação já disponíveis, as novas tecnologias, recomendadas tanto para o educador quanto para o educando.
Minha construção do conhecimento nesse processo de ensino-aprendizagem deu-se no antigo ensino do primeiro, segundo e terceiro grau em uma escola estadual. Hoje percebo nessa analise o quanto fomos treinados e cobrados sob formação conteúdista. A formação humana muitas vezes é construída fora da escola, em casa, ou seja, com a família e o meio social.
Lembro-me que aprendi minhas primeiras letras com minha irmã em casa, Que estava seguindo os passos de pesquisadores renomados, tais como, Emilia Ferreiro, Magda Soares, Ana Teberosky, e do próprio Paulo Freire que refletira a respeito da importância da cultura e escrita do sujeito porque para ele Alfabetizar vai além do restrito espaço da sala de aula, vai no reconhecer que o povo tem um saber, ainda que parcial e fragmentado. Ele continua em Pedagogia do Oprimido escrito em 1968 quando esteve em Santiago do Chile, que o saber das classes populares esta incluído no “Universo temático” em que os seres humanos vivem em cada época. Se essa época fosse hoje diária que o tema seria o da libertação.
Nas escolas em que fui matriculada estudei mais deveres do que direitos para saber viver em uma sociedade capitalista competitiva e exploradora, sem esquecer de toda discriminação que passei em ser primeiramente negra e segundo mulher e um país cheio de preconceitos.
Nas classes em que estudei a nossa percepção ( minha e dos colegas) estava voltada a estudar para passar e se possível tornar-se um bom profissional em uma determinada área. Sendo que a integração dos alunos na sala e para com a comunidade em que pertencíamos não foi trabalhada, os professores esqueceram disso ou talvez nem soubessem o que era isso. Penso que seria importante na comunidade escolar à inserção de todos os indivíduos que compõem a organização do mesmo. Na forma de compromisso de ambas as partes, instituição e sociedade, em promover a verdadeira educação democrática rumo ao desenvolvimento mais social do que o econômico. Precisamos rever o papel da escola através da educação que ela esta destinada a proporcionar á seus educandos. Seu papel deve ser relacionado à que tipos de cidadão querem e precisam na sociedade. Um cidadão solidário ou individualista incapaz de ajudar seus irmãos.
Meu Sonho como estudante de uma escola publica era que não houvesse uma sociedade com divisões de classes, onde todos pudessem participar da construção da educação, então seguindo os idéias de Mark entre para um movimento estudantil e um partido político, onde poderia como dizia o próprio Mark participar do processo de “libertação” com as revoluções sociais daquela época, ou seguindo o pensamento de Freire (1974,p.111) requerer “a superação das “situações-limites” em que o homem se encontra”. Nessa participação percebi que estava buscando o lado errado da construção educação. Por isso quis ser uma educadora, como também para que com meus alunos enxergar neles exemplos positivos na construção do conhecimento, que percebessem suas potencialidades, suas virtudes e seus valores e que se percebessem como co-autores dessa construção. E foi na criança que coloquei toda minha esperança, pois, ela sim é nosso futuro, É foi pensando nessa criança que procurei diversos pensadores que a conhecia melhor do que eu. Entrem os muitos que estudei citarei (LIMA, 1996, p.63), que afirma “A criança, ao longo do seu desenvolvimento, vem fazendo várias leituras do mundo ” Aqui ele trata-se de uma leitura num sentido amplo onde desde cedo ela necessita vivenciar, experimentar, para compreender as situações reais. Trarei também Soares que diz que a criança sentirá a necessidade de decifrar o mundo através da leitura. Para que isso seja realmente possível devem-se criar oportunidades para que a criança manifeste sua necessidade de compreender e expressar suas idéias através do pensamento e da ampliação do vocabulário, e por fim trago novamente Freire que em sua tendência libertadora diz que o educando deixa de ser objeto deposito de informações e passa a analisar suas realidades, seus conhecimento e discuti com seus pares a possibilidades de mudanças.
Desejo que no futuro bem próximo a educação tenha a qualidade que não é vista hoje e que seja universalizada, onde todos tenham acesso, independente de raça, idade, gênero, etnia ou nível social e também que essa criança na qual acredito hoje tenha a oportunidade de mostrar suas potencialidades quanto participante dela.
Retornando ao meu processo de construção Depois de muito estudar e tentar compreender a criança, resolvi trabalhar diretamente com ela e com 15 anos de idade eu me tornei educadora de uma turma de educação infantil e lá presenciei toda sua etapa de construção do conhecimento que segundo afirma Soares (2003), foram no contexto das grandes transformações culturais, sociais, políticas, econômicas e tecnológicas que a criança aprende ampliando o sentido do “letramento”. E junto com essa turma fui também construindo meu saber educacional que futuramente me daria o direito de ser chamada de alfabetizadora, pois como na Alfabetização a criança adquire o domínio de um código e das habilidades de uma língua com o fim de utilizá-lo para ler e escrever, ou seja, o domínio da tecnologia – do conjunto de técnicas – para exercer a arte e ciência da escrita, eu estava adquirindo meu domínio como educadora popular.
Infelizmente aqui no Brasil como em outras partes do mundo os saberes só são reconhecido quando se passa pela academia então resolvi alcançar mais essa meta., bem que para isso tive que passar por uma educação mais mormalista e para isso escolhi uma escola publica que mesmo com todos os problemas educacionais que foi citado no inicio desta analise ainda conseguia ser a melhor escola que formava professor aqui na Bahia mesmo com seu mais tradicionalismo , o Instituto de educação Isaias Alves- ICEIA. Lá conheci outros renomados pesquisadores, tais como Piaget, Sonia Krammer, Cipriano Luckesi, Jussara Hoffman, Tfouni, dentre outros, que contribuíram para a construção do meu conhecimento. Com eles pude refletir a respeito da importância do que é educar, saber, conhecer e aprender, e digo que aprendi muito com meus alunos. Mas tarde apois 4 anos de muita experiência e aprendizagem a Pedagogia surgiu na minha vida, não como uma paixão, mas sim como um meio de conseguir alcançar meus objetivos, pois meu grande sonho era me graduar em história, conhecer mais o por quê de tantas coisa aconterem na área educacional do mundo . Depois de anos tentado passar na universidade em história, resolvo tentar pedagogia e passo entre as 10 primeiras. Estudar Pedagogia no inicio foi difícil, pois teve que argumentar com professores que os pensamentos diferenciavam dos meus, que muitas vezes me fizeram desvia das minhas convicções, mas essas foram as primeiras dificuldades à serem superadas dentro da academia as outras foram, conflitos entre o meu pensar e dos pensadores que eu estava estudando a falta de sensibilidade de alguns professores e colegas, a não socialização entre academia e comunidade. Penso que na vida a gente aprende a cada momento, sendo assim o meu caminho só está começando e a construção do meu conhecimento também, tenho ainda bastante caminho a seguir, e muitos desafios que me levaram a seguir sempre em frente.
REFERÊNCIAS
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da Educação / Maria Lúcia de Arruda Aranha. 2. ed. rev. e ampl.- São Paulo. Moderna, 1996.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido, 6 ed.Rio de Janeiro, Paz e Terra 1974.106,110,111p
FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. Tradução de Horácio Gonzáles, 24ª. Ed., São Paulo, Cortez, 2001, 104p.
FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese a Língua Escrita. Tradução por Diana Myriam Lichtenstein, Liana Di Marco e Mário Corso. Título original: Los Sistemas de Escritura em el Desarrollo del Niño. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985b. 284 p.
HOFFMAN, Jussara – Avaliação na Pré-escola –Editora Mediação.
Concepções de linguagem e escrita ... Avaliação Mediadora - Hoffmam, Jussara, - Editora Mediação; 1985
KRAMER, Sonia. Alfabetização Leitura e Escrita: Formação de professores em curso. São Paulo: Ática, 2001.
KRAMER, Sonia (coord.). Com a pré-escola nas mãos. Uma alternativa curricular para a educação infantil. São Paulo: Ática, 1991.
KRAMER, Sonia. “Questões raciais em educação. Entre lembranças e reflexões”, In: Cadernos de Pesquisa. SP: Fundação Carlos Chagas, n º93, maio/95.
KLEIMAN, Ângela B. Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 1995.
LIMA, Adriana Flávia S. O. Pré-escola e alfabetização, uma proposta baseada em P. Freire e J. Piaget. 9ª ed. Petrópolis: Vozes, 1996.
LIMA, E. S. Quando a criança não aprende a ler e a escrever. São Paulo: Sobradinho 107, 2002.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 1995.
LUCKESI, Cipriano Carlos e PASSOS, Elizete Silva. Introdução à filosofia: aprendendo a pensar. 5ª. Ed., São Paulo, Cortez, 2004, 271p.
______________. O Passado e o Presente dos Professores. In: NÓVOA, A. (org.). Profissão Professor. 2. ed. Porto: Porto Editora, 1995.
______________ . In: CANÁRIO, Rui. Educação de Adultos: um campo e uma problemática Prefácio. Lisboa: EDUCA, 1999, p.3-8. (EDUCA - Formação,
PIAGET, Jean. A equilibração das estruturas cognitivas: problema central ao desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar,1976.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
VIÚVA DE PAULO FREIRE ESCREVE CARTA DE REPÚDIO À REVISTA VEJA
Atualizado em 12 de setembro de 2008 às 10:46 Publicado em 12 de setembro de 2008 às 10:38
por CONCEIÇÃO LEMES
Na edição de 20 de agosto a revista Veja publicou a reportagem O que estão ensinando a ele? De autoria de Monica Weinberg e Camila Pereira, ela foi baseada em pesquisa sobre qualidade do ensino no Brasil. Lá pelas tantas há o seguinte trecho:'Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo. Ou idolatram personagens arcanos sem contribuição efetiva à civilização ocidental, como o educador Paulo Freire, autor de um método de doutrinação esquerdista disfarçado de alfabetização. Entre os professores ouvidos na pesquisa, Freire goleia o físico teórico alemão Albert Einstein, talvez o maior gênio da história da humanidade. Paulo Freire 29 x 6 Einstein. Só isso já seria evidência suficiente de que se está diante de uma distorção gigantesca das prioridades educacionais dos senhores docentes, de uma deformação no espaço-tempo tão poderosa, que talvez ajude a explicar o fato de eles viverem no passado'.Curiosamente, entre os especialistas consultados está o filósofo Roberto Romano, professor da Unicamp. Ele é o autor de um artigo publicado na Folha, em 1990, cujo título é Ceausescu no Ibirapuera. Sem citar o Paulo Freire, ele fala do Paulo Freire. É uma tática de agredir sem assumir. Na época Paulo, era secretário de Educação da prefeita Luiza Erundina.Diante disso a viúva de Paulo Freire, Nita, escreveu a seguinte carta de repúdio:'Como educadora, historiadora, ex-professora da PUC e da Cátedra Paulo Freire e viúva do maior educador brasileiro PAULO FREIRE -- e um dos maiores de toda a história da humanidade --, quero registrar minha mais profunda indignação e repúdio ao tipo de jornalismo, que, a cada semana a revista VEJA oferece às pessoas ingênuas ou mal intencionadas de nosso país. Não a leio por princípio, mas ouço comentários sobre sua postura danosa através do jornalismo crítico. Não proclama sua opção em favor dos poderosos e endinheirados da direita, mas , camufladamente, age em nome do reacionarismo desta.Esta vem sendo a constante desta revista desde longa data: enodoar pessoas as quais todos nós brasileiros deveríamos nos orgulhar. Paulo, que dedicou seus 75 anos de vida lutando por um Brasil melhor, mais bonito e mais justo, não é o único alvo deles. Nem esta é a primeira vez que o atacam. Quando da morte de meu marido, em 1997, o obituário da revista em questão não lamentou a sua morte, como fizeram todos os outros órgãos da imprensa escrita, falada e televisiva do mundo, apenas reproduziu parte de críticas anteriores a ele feitas.A matéria publicada no n. 2074, de 20/08/08, conta, lamentavelmente com o apoio do filósofo Roberto Romano que escreve sobre ética, certamente em favor da ética do mercado, contra a ética da vida criada por Paulo. Esta não é, aliás, sua primeira investida sobre alguém que é conhecido no mundo por sua conduta ética verdadeiramente humanista.Inadmissivelmente, a matéria é elaborada por duas mulheres, que, certamente para se sentirem e serem parceiras do 'filósofo' e aceitas pelos neoliberais desvirtuam o papel do feminino na sociedade brasileira atual. Com linguagem grosseira, rasteira e irresponsável, elas se filiam à mesma linha de opção política do primeiro, falam em favor da ética do mercado, que tem como premissa miserabilizar os mais pobres e os mais fracos do mundo, embora para desgosto deles, estamos conseguindo, no Brasil, superar esse sonho macabro reacionário.Superação realizada não só pela política federal de extinção da pobreza, mas , sobretudo pelo trabalho de meu marido – na qual esta política de distribuição da renda se baseou - que demonstrou ao mundo que todos e todas somos sujeitos da história e não apenas objeto dela. Nas 12 páginas, nas quais proliferam um civismo às avessas e a má apreensão da realidade, os participantes e as autoras da matéria dão continuidade às práticas autoritárias, fascistas, retrógradas da cata às bruxas dos anos 50 e da ótica de subversão encontrada em todo ato humanista no nefasto período da Ditadura Militar.Para satisfazer parte da elite inescrupulosa e de uma classe média brasileira medíocre que tem a Veja como seu 'Norte' e 'Bíblia', esta matéria revela quase tão somente temerem as idéias de um homem humilde, que conheceu a fome dos nordestinos, e que na sua altivez e dignidade restaurou a esperança no Brasil. Apavorada com o que Paulo plantou, com sacrifício e inteligência, a Veja quer torná-lo insignificante e os e as que a fazem vendendo a sua força de trabalho, pensam que podem a qualquer custo, eliminar do espaço escolar o que há de mais importante na educação das crianças, jovens e adultos: o pensar e a formação da cidadania de todas as pessoas de nosso país, independentemente de sua classe social, etnia, gênero, idade ou religião.Querendo diminuí-lo e ofendê-lo, contraditoriamente a revista Veja nos dá o direito de concluir que os pais, alunos e educadores escutaram a voz de Paulo, a validando e praticando. Portanto, a sociedade brasileira está no caminho certo para a construção da autêntica democracia. Querendo diminuí-lo e ofendê-lo, contraditoriamente a revista Veja nos dá o direito de proclamar que Paulo Freire Vive!São Paulo, 11 de setembro de 2008Ana Maria Araújo Freire'.
por CONCEIÇÃO LEMES
Na edição de 20 de agosto a revista Veja publicou a reportagem O que estão ensinando a ele? De autoria de Monica Weinberg e Camila Pereira, ela foi baseada em pesquisa sobre qualidade do ensino no Brasil. Lá pelas tantas há o seguinte trecho:'Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo. Ou idolatram personagens arcanos sem contribuição efetiva à civilização ocidental, como o educador Paulo Freire, autor de um método de doutrinação esquerdista disfarçado de alfabetização. Entre os professores ouvidos na pesquisa, Freire goleia o físico teórico alemão Albert Einstein, talvez o maior gênio da história da humanidade. Paulo Freire 29 x 6 Einstein. Só isso já seria evidência suficiente de que se está diante de uma distorção gigantesca das prioridades educacionais dos senhores docentes, de uma deformação no espaço-tempo tão poderosa, que talvez ajude a explicar o fato de eles viverem no passado'.Curiosamente, entre os especialistas consultados está o filósofo Roberto Romano, professor da Unicamp. Ele é o autor de um artigo publicado na Folha, em 1990, cujo título é Ceausescu no Ibirapuera. Sem citar o Paulo Freire, ele fala do Paulo Freire. É uma tática de agredir sem assumir. Na época Paulo, era secretário de Educação da prefeita Luiza Erundina.Diante disso a viúva de Paulo Freire, Nita, escreveu a seguinte carta de repúdio:'Como educadora, historiadora, ex-professora da PUC e da Cátedra Paulo Freire e viúva do maior educador brasileiro PAULO FREIRE -- e um dos maiores de toda a história da humanidade --, quero registrar minha mais profunda indignação e repúdio ao tipo de jornalismo, que, a cada semana a revista VEJA oferece às pessoas ingênuas ou mal intencionadas de nosso país. Não a leio por princípio, mas ouço comentários sobre sua postura danosa através do jornalismo crítico. Não proclama sua opção em favor dos poderosos e endinheirados da direita, mas , camufladamente, age em nome do reacionarismo desta.Esta vem sendo a constante desta revista desde longa data: enodoar pessoas as quais todos nós brasileiros deveríamos nos orgulhar. Paulo, que dedicou seus 75 anos de vida lutando por um Brasil melhor, mais bonito e mais justo, não é o único alvo deles. Nem esta é a primeira vez que o atacam. Quando da morte de meu marido, em 1997, o obituário da revista em questão não lamentou a sua morte, como fizeram todos os outros órgãos da imprensa escrita, falada e televisiva do mundo, apenas reproduziu parte de críticas anteriores a ele feitas.A matéria publicada no n. 2074, de 20/08/08, conta, lamentavelmente com o apoio do filósofo Roberto Romano que escreve sobre ética, certamente em favor da ética do mercado, contra a ética da vida criada por Paulo. Esta não é, aliás, sua primeira investida sobre alguém que é conhecido no mundo por sua conduta ética verdadeiramente humanista.Inadmissivelmente, a matéria é elaborada por duas mulheres, que, certamente para se sentirem e serem parceiras do 'filósofo' e aceitas pelos neoliberais desvirtuam o papel do feminino na sociedade brasileira atual. Com linguagem grosseira, rasteira e irresponsável, elas se filiam à mesma linha de opção política do primeiro, falam em favor da ética do mercado, que tem como premissa miserabilizar os mais pobres e os mais fracos do mundo, embora para desgosto deles, estamos conseguindo, no Brasil, superar esse sonho macabro reacionário.Superação realizada não só pela política federal de extinção da pobreza, mas , sobretudo pelo trabalho de meu marido – na qual esta política de distribuição da renda se baseou - que demonstrou ao mundo que todos e todas somos sujeitos da história e não apenas objeto dela. Nas 12 páginas, nas quais proliferam um civismo às avessas e a má apreensão da realidade, os participantes e as autoras da matéria dão continuidade às práticas autoritárias, fascistas, retrógradas da cata às bruxas dos anos 50 e da ótica de subversão encontrada em todo ato humanista no nefasto período da Ditadura Militar.Para satisfazer parte da elite inescrupulosa e de uma classe média brasileira medíocre que tem a Veja como seu 'Norte' e 'Bíblia', esta matéria revela quase tão somente temerem as idéias de um homem humilde, que conheceu a fome dos nordestinos, e que na sua altivez e dignidade restaurou a esperança no Brasil. Apavorada com o que Paulo plantou, com sacrifício e inteligência, a Veja quer torná-lo insignificante e os e as que a fazem vendendo a sua força de trabalho, pensam que podem a qualquer custo, eliminar do espaço escolar o que há de mais importante na educação das crianças, jovens e adultos: o pensar e a formação da cidadania de todas as pessoas de nosso país, independentemente de sua classe social, etnia, gênero, idade ou religião.Querendo diminuí-lo e ofendê-lo, contraditoriamente a revista Veja nos dá o direito de concluir que os pais, alunos e educadores escutaram a voz de Paulo, a validando e praticando. Portanto, a sociedade brasileira está no caminho certo para a construção da autêntica democracia. Querendo diminuí-lo e ofendê-lo, contraditoriamente a revista Veja nos dá o direito de proclamar que Paulo Freire Vive!São Paulo, 11 de setembro de 2008Ana Maria Araújo Freire'.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Somos o belo sexo.
Não precisamos usar gravata e podemos sentar de pernas cruzadas.
Se resolvermos exercer profissões predominantemente masculinas somos pioneiras - eles, gays...
Nossa inteligência é compatível com a de qualquer homem, e nossa aparência é melhor.
Se matarmos alguém, e provarmos que foi na TPM, é atenuante.
Nosso cérebro dá conta do mesmo serviço com 6 bilhões de neurônios a menos (ou seja,nossos neurônios são mais eficientes).
Somos capazes de prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo.
Sempre sabemos onde estão as meias.
Mulher de presidente é primeira-dama; marido de presidenta é um zero à esquerda,mesmo que seja da direita.
Se casarmos com o herdeiro do trono, seremos rainhas; se um homem casa com a herdeira do trono, será o marido da rainha.
Se somos traídas, somos vítimas; se traímos, eles são cornos.
Somos a estrela no casamento. Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias.
Somos nós que decidimos quanto à reprodução.
Sentimos o bebê mexendo.
Amamentamos.
As crianças sempre dizem mamãe primeiro.
Sempre estamos presentes no nascimento dos filhos.S
empre sabemos que o filho é nosso.
Temos 4 meses de licença maternidade.
Exame ginecológico é mais agradável que exame de próstata.
Alguém já ouviu falar em MUSO inspirador?
Não pagamos a conta. No máximo rachamos.
Não precisamos abrir potes de conserva, nem trocar lâmpadas.
Vivemos mais.Somos mais resistentes a dor e a infecções.
Temos menos problemas cardíacos.Suamos menos.
Podemos dormir com uma amiga sem sermos chamadas de lésbicas.
Temos prioridades em botes salva-vidas.
Não investigamos barulhos suspeitos à noite.
Todo homem já apanhou de uma mulher, nem que tenha sido da mãe.
Somos mais sensíveis.
Mulheres que moram sós comem melhor.
Temos um Dia Internacional.
E, por último, fazemos tudo que um homem faz!
SOMOS MESMO MARAVILHOSAS..Sem sombra de dúvidas.
Se resolvermos exercer profissões predominantemente masculinas somos pioneiras - eles, gays...
Nossa inteligência é compatível com a de qualquer homem, e nossa aparência é melhor.
Se matarmos alguém, e provarmos que foi na TPM, é atenuante.
Nosso cérebro dá conta do mesmo serviço com 6 bilhões de neurônios a menos (ou seja,nossos neurônios são mais eficientes).
Somos capazes de prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo.
Sempre sabemos onde estão as meias.
Mulher de presidente é primeira-dama; marido de presidenta é um zero à esquerda,mesmo que seja da direita.
Se casarmos com o herdeiro do trono, seremos rainhas; se um homem casa com a herdeira do trono, será o marido da rainha.
Se somos traídas, somos vítimas; se traímos, eles são cornos.
Somos a estrela no casamento. Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias.
Somos nós que decidimos quanto à reprodução.
Sentimos o bebê mexendo.
Amamentamos.
As crianças sempre dizem mamãe primeiro.
Sempre estamos presentes no nascimento dos filhos.S
empre sabemos que o filho é nosso.
Temos 4 meses de licença maternidade.
Exame ginecológico é mais agradável que exame de próstata.
Alguém já ouviu falar em MUSO inspirador?
Não pagamos a conta. No máximo rachamos.
Não precisamos abrir potes de conserva, nem trocar lâmpadas.
Vivemos mais.Somos mais resistentes a dor e a infecções.
Temos menos problemas cardíacos.Suamos menos.
Podemos dormir com uma amiga sem sermos chamadas de lésbicas.
Temos prioridades em botes salva-vidas.
Não investigamos barulhos suspeitos à noite.
Todo homem já apanhou de uma mulher, nem que tenha sido da mãe.
Somos mais sensíveis.
Mulheres que moram sós comem melhor.
Temos um Dia Internacional.
E, por último, fazemos tudo que um homem faz!
SOMOS MESMO MARAVILHOSAS..Sem sombra de dúvidas.
Jerônima Mesquita
No dia 30 de abril é a data de nascimento de Jerônima Mesquita, líder feminista que lutou pelos direitos da mulher no início do século 20. Mineira de Leopoldina, Jerônima nasceu em 1880. Estudou na Europa e, ao retornar ao Brasil, uniu-se a um grupo de mulheres que reivindicava o direito feminino ao voto. Em homenagem a ela, morta em 1972 no Rio de Janeiro, um grupo de feministas trabalhou para que sua data de nascimento se tornasse o dia em homenagem à mulher. A lei foi sancionada pelo então presidente João Figueiredo.
LYDIA DA SILVA GONÇALVES
Até os 65 anos de idade mal sabia assinar o nome (ANALFABETA).Hoje, com 71 anos de idade lança seu 1º livro "A FELICIDADE ESTÁÀ SUA ESPERA".
UM POEMA SEU:"Rompe-se a corrente Onde eu de tristeza cantava Como um pássaro presoSem poder usar as próprias asasAbre-se a cortina do entendimentoO sol brilha no azul do céuMeus olhos revelam minha liberdade Um interminável descobrimentoDe novo mundo de inédita belezaAgora sei a verdade de mim mesma e sou feliz..."*
Atualmente cursa a Universidade Aberta da Melhor IdadeFACULDADE DE ITANHAÉM (FAITA) - no litoral paulista- LEITURA DO JORNAL A TRIBUNA, de 23/9/2007
UM POEMA SEU:"Rompe-se a corrente Onde eu de tristeza cantava Como um pássaro presoSem poder usar as próprias asasAbre-se a cortina do entendimentoO sol brilha no azul do céuMeus olhos revelam minha liberdade Um interminável descobrimentoDe novo mundo de inédita belezaAgora sei a verdade de mim mesma e sou feliz..."*
Atualmente cursa a Universidade Aberta da Melhor IdadeFACULDADE DE ITANHAÉM (FAITA) - no litoral paulista- LEITURA DO JORNAL A TRIBUNA, de 23/9/2007
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